Confira algumas tendências para o cooperativismo empresarial!

Confira algumas tendências para o cooperativismo empresarial!

Estamos passando por uma transformação nos negócios onde os consumidores estão mais atentos ao que compram e as empresas estão enxergando novas possibilidades no mercado por meio do cooperativismo empresarial.

Essa consciência não só do que os clientes precisam, mas também de que a união de pequenos e médios negócios proporciona ganhos muito além do âmbito financeiro, faz com que o mercado se torne cada vez mais maduro, estabelecendo parcerias e conexões com os clientes cada dia mais duradouras.

Nesse sentido, você sabe quais são as tendências que irão nortear os próximos meses deste ambiente cooperativista? Neste post iremos apresentar algumas tendências que pontuamos em 2017 no blog com o intuito de analisar junto às novas tendências. Continue a leitura e confira!

Cooperativismo empresarial: tendências 2017

No conteúdo publicado no blog Cooperativismo: saiba quais são as novas tendências para este modelo de negócio, de 2017, elencamos algumas tendências que o Adriano Dienstmann, da Redexpert, mencionou que poderiam influenciar este setor.

Dentre elas ele apresentou as lojas próprias, franquias e associados compradores. De forma simplificada essas tendências podem ser trabalhadas da seguinte forma:

Lojas próprias 

Esse modelo tem a vantagem de possibilitar a presença da rede (até como marca) em uma cidade ou região que não conta com lojistas independentes que poderiam se associar, sendo que no modelo tradicional é necessário que existam empresários do mesmo segmento atuando com uma certa proximidade. 

Futuramente, dependendo dos resultados atingidos, a rede pode vender a loja própria para algum dos seus associados ou para um investidor que tem interesse em fazer parte do grupo. 

Uma outra vantagem interessante da loja própria é que a rede pode testar conceitos e linhas de produtos neste local, antes de estendê-los a todos os associados.

Franquias

A principal vantagem do Sistema de Franquias está na possibilidade de acrescentar novos tipos de negócios à rede, que não geram concorrência com a atividade-fim dos associados. Por exemplo, uma rede do setor de móveis e eletrodomésticos pode criar uma franquia de lojas de roupas de cama, mesa & banho. 

O segmento é diferente do original, mas irá contribuir na geração de ganhos e na oferta de serviços. E ainda, outro exemplo, uma rede de materiais de construção pode criar um sistema de franquias para lojas de materiais elétricos e instalações.

Associados compradores

Nesse modelo a empresa interessada na rede participa dela utilizando somente os benefícios da compra conjunta, mas não adota a marca padrão do grupo. 

Esse membro estará fortalecendo a rede ao agregar volume de compras ao grupo, embora não esteja ajudando a crescer e fixar a marca no mercado. Com o tempo, este empresário pode se transformar num associado, adotando então o padrão visual e gerencial do grupo. 

É um modelo que tende a crescer muito, especialmente para os negócios que não possuem um valor inicial de investimento para se adequar a rede logo no início.

Por fim, essas tendências listadas em 2017 continuam sendo válidas atualmente. E, mais do que isso, serão relevantes para os próximos anos.

Quais são as novas tendências para o cooperativismo empresarial?

Quais são as novas tendências para o cooperativismo empresarial?

O Prof. Dr. Douglas Wegner lançou este ano o livro Redes, Alianças e Parcerias: ferramentas e práticas para a gestão da cooperação empresarial e nele comentou sobre algumas oportunidades e tendências que podem ser trabalhadas pelas redes e centrais de negócios nos próximos anos.

Dentre as tendências pontuadas por ele e que iremos apresentar a seguir, ele fala também sobre a Intercooperação. 

No livro o professor menciona que empresas de pequeno e médio porte que se unem em redes e centrais, muitas vezes não conseguem grandes avanços no cooperativismo empresarial devido ao pequeno número de participantes ou até mesmo por atuarem localmente. 

Nesse sentido, ele fala que […] é inevitável que parte dessas redes adote estratégias de intercooperação ou de fusão de curto e médio prazos, criando redes maiores e mais fortes, capazes de fazer frente aos grandes concorrentes nacionais e multinacionais.

Redes como prestadoras de serviços

Muitas redes e centrais de negócios são constituídas com o intuito de trazer maiores oportunidades aos associados frente ao mercado cada vez mais competitivo.

Esta tendência, muito conectada com a do associado comprador que falamos acima, permite que um participante integre as negociações e compras conjuntas, mas sem criar um vínculo. 

Ou seja, ele participa das negociações efetuadas pelos associados da rede ou central, mas não adota a identidade visual e não participa das decisões dela.

Com essa estratégia a rede ou central se torna uma prestadora de serviços conquistando benefícios que contribuem não só para o participante, mas para a relevância deste modelo de negócio frente aos fornecedores.

Vários perfis de membros na mesma rede com serviços diferentes

Vários perfis de membros na mesma rede com serviços diferentes

A princípio essa ideia de agrupar perfis e serviços de associados diferentes pode parecer impossível, mas é algo que pode proporcionar algumas vantagens. 

De acordo com o Prof. Dr. Douglas Wegner, segmentar em grupos dentro da rede ou central é uma forma de atender cada grupo de uma maneira mais eficaz.

Outro ponto positivo dessa tendência é que ela permite que esse modelo de negócio aumente o número de participantes, já que evita a competição direta entre os membros da rede ou central.

E claro, outro aspecto é que normalmente existe a limitação nos participantes de determinada região. Ao adotar essa prática é possível permitir o ingresso de novos integrantes sem que os mais antigos, da mesma região dos novos, sejam prejudicados.

Foco na experiência do cliente

Em outro conteúdo do blog já falamos da importância de pensar e trabalhar com os clientes omnichannel

No início do cooperativismo empresarial praticado pelas redes e centrais de negócios, o foco estava totalmente em conquistar preços mais competitivos com os fornecedores e assim conseguir crescer no mercado.

Contudo, com os clientes mais atualizados e informados, o preço conta, mas eles têm buscado muito mais do que isso. Conforme menciona o Prof. Dr. Douglas Wegner em seu livro, é preciso refletir sobre a experiência do cliente, […] conectando a proposta de valor da rede e das empresas associadas aos desejos do cliente.

Esse trabalho deve ser desenvolvido então, não só pelos associados em seus negócios, como também dentro das redes e centrais. 

Ao estruturar uma estratégia focada no cliente para ser trabalhada pelos associados dentro e fora de suas empresas, ambos os ambientes serão fortalecidos, favorecendo a percepção que os clientes e o mercado têm deste modelo de negócio no qual você faz parte.

E então?

Você viu que neste conteúdo apresentamos algumas tendências que foram listadas em 2017. Além disso, pontuamos outras tendências que também serão relevantes daqui para frente relacionadas ao cooperativismo empresarial. Muitas delas já são realizadas em outros países e têm trazido bons resultados para este modelo de negócio.

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