ABRCN – Uma associação exclusiva para redes e centrais de negócios

As Redes e Centrais de Negócios, uma iniciativa de empreendedores por meio da união de forças e ações conjuntas de pessoas jurídicas e independentes entre si, agora contam com uma Associação exclusiva para representar o setor perante as instituições públicas e governamentais.

A Associação Brasileira de Redes e Centrais de Negócios , lançada oficialmente no dia 7 de julho deste ano em Brasília, surge da necessidade de unificar as Centrais, possibilitando o acesso à informação, capacitação e promovendo a troca de experiência entre os empresários da esfera corporativa.

De acordo com um dos fundadores, Marcos Uda, que atua no segmento há mais de 8 anos, a ideia surgiu de uma conversa entre profissionais de diferentes áreas. “Depois do último ENACEN, houve uma conversa entre a consultora Kellen Marin, o advogado e consultor tributarista da ROIT Consultoria e Contabilidade, Lucas Ribeiro e vários empresários das Centrais de Negócios e identificamos que eles realmente necessitavam de uma instituição que pudesse defender uma lei para as CN e também fomentar mais conhecimento. Por este motivo decidimos iniciar a ABRCN”.

Centrais de Negócios e representatividade jurídica

Impulsionados pelas limitações de mercado na esfera empresarial individual, as Centrais de Negócios ampliam o acesso à mercados através da compra e venda coletiva. O associativismo representa uma solução para os desafios de muitos empresários que atuavam, até então, de forma individual.

De acordo com o mapeamento no Brasil do SEBRAE, de 2016, atualmente no Brasil existem 675 Centrais ativas no Brasil. Desse total, 56% das redes pertencem ao comércio e o restante se divide entre os setores do agronegócio, serviços, indústria e multisetorial. Como um incentivo à jovens empresários para aderir a ideia das Centrais de Negócio, os números mostram que o aumento médio no faturamento das Redes no Brasil é de 23,64%.

A ABRCN entra em cena para assumir a responsabilidade jurídica e o amparo legal das Centrais, visto que até então, a esfera se encontrava em um limbo jurídico. Através de um Projeto de Lei específico do segmento corporativo, discutido durante uma reunião da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, em Brasília, a Associação tem como objetivo proporcionar às corporações e Centrais de negócios segurança jurídica, societária e tributária necessária para que as empresas prosperem e ganhem competitividade.

Como fazer parte da entidade e quais os benefícios de se associar

Desde o lançamento da Associação Brasileira de Redes e Centrais de Negócios, dezenas de redes já estão realizando o processo de filiação. A proposta da Associação é sanar uma demanda que as Centrais haviam apresentando há algum tempo. Ao se associar à ABRCN, além de apoiar a defesa da Lei de Redes e Centrais de Negócios, os associados terão acesso à encontros com especialistas, cursos especializados no setor, estudos de mercado e participação de eventos exclusivos.

Para iniciar o processo de filiação é necessário o contato com a coordenação da Associação através do email contato@abrcn.com.br e organizar o envio de uma documentação inicial (Ficha cadastral preenchida, Documento de Constituição da Central de Negócios e dados da Diretoria Vigente).